eventos a decorrer e programados ou previstos para vir acontecer nos próximos dias em Olhão

Sexta-feira, 1 de Junho de 2007

Real Marina Hotel e SPA de Olhão

Entrevista com o administrador do Real Marina Hotel e SPA
Esta entrevista foi retirada de o 'postal do Algarve', impresso, com a devida autorização, edição n.º849 .
Turismo de alta qualidade é a nossa razão de existir

O Grupo Bernardino Gomes nasceu em Lisboa há cerca de 50 anos e há 15 enveredou pela hotelaria. A primeira unidade nasceu em Lisboa, mas mais sete se seguiram. No Algarve, em Olhão, um concelho quase "virgem" em termos de grandes empreedimentos turísticos, vai receber a terceir unidade do grupu a ser instalada no Algarve: o Real Marina Hotel & SPA.

António Pereira, administrador do grupo, levanta o véu sobre o que será esta unidade

hoteleira de cinco estrelas, associada a um empreendimento de turismo residencial que promete fazer nascer uma "pequena cidade" dentro da cidade de Olhão. Um projecto que promete também colocar aquele concelho no caminho do desenvoívimento turístico verificado noutros concelhos da região. Um desenvolvimento que, na sua perspectiva, teve pontos menos bons, que podem ser cor­rigidos se no futuro se apostar exclusivamen­te na alta qualidade.

-----------------------------------

Entrevista de

Henrique Dias com Helga Simão

POSTAL do ALGARVE - Qual a razão de terem escolhido Olhão para realizarem inves­timentos em novas estrutu­ras hoteleiras?
 ANTÓNIO PEREIRA - Quem investe no sector imobiliário turístico-hoteleiro procura, em primeiro lugar, a oportu­nidade. No nosso grupo, em especial, gostamos de ir para sítios que ainda não estejam muito desenvolvidos. Essa é uma mais-valia importante no negócio. Achámos que Olhão e a Ria Formosa ainda não estavam desenvolvidos e tinham muito potencial nes­se aspecto, nomeadamente nas vertentes turístico-resi-dencial e hoteleira.
O que é que os levou a apon­tar para o formato da estru­tura prevista para a baixa de Olhão?
O desenho daquela zona já estava mais ou menos for­mado, de acordo com o pla-

no de pormenor desenvolvi­do pela Câmara. Nós demos-lhe uma volta no sentido de o valorizar, em termos de ar­quitectura, conforto, embe­lezamento exterior e criação de piscinas no topo dos edi­fícios, aproveitando aquela vista sobre a Ria Formosa. É um investimento de mais de cem milhões de euros. O en­volvimento de toda a zona abrangida por esta área é de cerca de 30 hectares, implicando uma requalificação daquela parte nobre da cida­de, apontando para um in­vestimento tota! de cerca de 200 milhões de euros.

Quantos apartamentos estão previstos para este empreen­dimento?
Mais importante do que o nú­mero de apartamentos, é que estamos a falar de uma zona nobre da cidade que neces­sita de investimentos deste tipo. Olhão é uma cidade que não se tem desenvolvido a nível turístico. O que é im­portante é que se está a fazer algo de novo ao nível do tu­rismo residencial no Algar­ve. Para além do sol e praia,

é possível em cidades como Olhão fazer o chamado tu­rismo residencial e captar clientes e novas comunida­des estrangeiras que não só vêm passar férias mas tam­bém fixar-se em várias par­tes do ano. Estamos a falar de uma área de 30 hectares, que envolve uma zona de construção habitacional re­lativamente grande. Vamos criar urna área comercial, uma avenida, uma alameda, uma versão moderna da Rua de Santo António, em Faro, ou duma rua das lojas, em Portimão. Será uma zona com espaço, uma alameda que terá de um lado ao outro uma largura de 30 a 40 me­tros, uma área com boas ilu­minações, com urn material urbano de características se­melhantes ao utilizado hoje em cidades mais modernas, nomeadamente na Europa. É possível fazer isso porque são projectos novos.

Que outros projectos vão nas­cer em Olhão?
O Hotel de cinco estrelas da cadeia Real Hotéis, que é um projecto muito especial a nível do Algarve. Não tenho dúvida nenhuma que qual­quer concelho do Algarve gostaria de ter uma obra des­tas. É de valorizar todo o grande entusiasmo que o presidente da Câmara de Olhão teve e de ter percebi­do, desde o princípio, que aquilo que se estava a pro­por não era mais do que aquilo que seria o mais ade­quado. Não é fácil gerir um projecto destes. Quando um projecto está a ser muito ob­servado, tem grandes res-ponsabilidades para quem o faz. Quem o faz tem de pen­sar que está a fazer uma obra que vai ser vista por muitos olhos e vai ser analisada e criticada, no bom ou no mau sentido. Ê preciso ter um sen­tido de grande responsabili­dade e pensar que estamos a fazer qualquer coisa de im­portante.
Algarve teve o desenvolvimento turístico possível
Houve uma preocupação no sentido de integrar este pro­jecto a nível paisagístico e ambiental?

Hoje, estes projectos não po­dem, de modo algum, alhe­ar-se destas questões. O Al­garve foi feito de uma forma desorganizada, desordena­da, foi aquilo que foi possí­vel fazer na altura. Foram coisas que aconteceram nou­tras zonas da Europa, nome­adamente em Espanha, Itália e França, Não nos podemos envergonhar daquilo que fi­zemos, porque outros tambem o fizeram. Se calhar podemo-nos orgulhar de, a partir de determinada aítura, termos caído em nós e começado a procurar fazer melhor. Hoje em dia, não só porque não é admissível mas porque também não faz sen­tido, já não é possível conti­nuar a fazer o que se tern fei­to até hoje. Tudo tem de ser feito pensadamente. Não só devido às preocupações am­bientais mas também porque quem compra o produto, seja ele turístico ou hoteleiro, são pessoas que já têrn ou­tras exigências. Não pode­mos desenvolver empreen­dimentos sem ter esse tipo de preocupação. As preocu­pações em termos ambien­tais e de poupança de ener­gia têm de estar presentes em qualquer projecto hote­leiro de dimensão.

Podemos falar do surgimento de uma pequena cidade dentro de Olhão?
Sim. A cidade de Olhão já não é uma cidade propriamente pequena. Mas, pelo investi­mento feito, peia dimensão do empreendimento relati­vamente ao resto de Oíhão e, principalmente, pela forma ordenada, pensada e pela sua localização, que faz com que todos os que visitem Olhão tenham de por ali passar, é um marco importante para a cidade de Olhão, não só em termos imobiliários, mas também, em termos da com­ponente turística deste em­preendimento. Este empre­endimento podia não ser tu­rístico, não arrastar outras comunidades estrangeiras, não criar maís-valias, mais postos de trabalho, não criar riqueza. Não estamos a fazer uma zona dormitório, esta­mos a fazer uma zona que vai ter o seu desenvolvimento e vai crescer com a cidade de Olhão, onde existem imen­sos restaurantes e a zona de animação dos Mercados de Olhão.
Que futuro prevê para o con­celho de Olhão a nível turístico-hoteleiro?
Todas as zonas turísticas e hoteleiras começaram do nada, com o aparecimento por acaso de algum empre­endimento que marcou e trouxe outros atrás. A pró­pria dinâmica vai levando a que o desenvolvimento tu­rístico se faça. Neste momen­to, Oíhão já tem um empre­endimento que é o Vila Mon­te, que já é uma referência no Algarve, pertencendo ao grupo Quinta das Lágrimas. Locaíiza-se em Moncarapa-cho, que nem sequer é uma zona conhecida turistica-mente. E Oíhão vai passar a ter o Hote! Real Marina, o nosso hotel. Esta zona turís-tico-residenciai é muito im­portante. Há outros projec­tos, como um na Quinta do Marim, que a própria Câma­ra de Olhão está a tentar que se desenvolva. É lógico que Olhão não é um concelho muito grande, não é um con­celho que tenha muitas zo­nas para poder desenvolver. Mas só o futuro o dirá. Se há cinco ou seis anos se disses­se que Oíhão iria ter um ho­tel de cinco estreias, um Vila Monte e um empreendimen­to turístico-residenciaí como o que vamos fazer, provaveímente ninguém acreditava. Quando o presi­dente da Câmara mostrou as imagens do projecto que ía­mos fazer a várias pessoas, muitos achavam que aquilo nunca iria ser feito.
Olhão pode receber
mais empreendimentos
turísticos
Podem surgir outros empre­endimentos?
O tempo e a dinâmica que a autarquia tiver para apoiar os empresários que aparecerem são factores importan­tes. Fala-se que na antiga Fá­brica junto ao nosso empreendimento vai aparecer um aparthotel da cadeia Meliá. Estamos a falar de muita coi­sa. Para quem neste momen­to ainda não tem nada, o fu­turo é risonho.
Quando é que vão começar as obras do vosso empreendimento?
As obras do empreendimen­to e do hotel estão projecta­das para terem início em Se­tembro próximo.
Olhão ficou a ganhar por não ter passado pelo grande de­senvolvimento turístico das décadas de 70 a SÓ?
Às vezes o chegar mais tarde não é desvantagem. Por brin­cadeira costumo dizer que uma corrida não se ganha por correr muito, ganha-se por chegar em primeiro lu­gar. É preciso saber correr, saber correr com cabeça. Acredito que por Olhão ter algumas vicissitudes e haver outros locais com melhores condições para se desenvol­verem turisticamente, até agora não tenha aqui chega­do a oportunidade. O presi­dente da Câmara de Olhão está a ser intransigente e de­terminado naquilo que ele entende que é uma mais-va-lia para o concelho em ter­mos turísticos e hoteleiros. Não está a aceitar qualquer projecto. Não está a ir pela via do facilitismo, no senti­do de que qualquer projecto serve. Para quem investe, e muito, como é o nosso caso, isso é uma segurança. É sinal de que estamos no bom ca­minho e a autarquia também está a perceber qual é o me­lhor caminho.
Governo tem apostado no Algarve ?
Como vê a actuação do Go­verno a nível do sector turís-

tico?
O próprio Governo também apostou fortemente no turis­mo, nomeadamente no Al­garve. Um facto que eu tam­bém louvo, na medida em que, em certas e determina­das alturas, se quis abando­nar o Algarve porque jã ti­nha muita coisa. Dizia-se que o Algarve tinha muita coisa má e já não se devia fazer mais nada, devendo-se apostar noutras regiões. Eu acho que, quando já se tem aquilo que é necessário ter, mesmo que se tenha feito mal, deve-se corrigir e apro­veitar as sinergias de uma região. Não podemos pensar que vamos fazer turismo em zonas desertiflcadas. Vamos fazer melhor turismo onde existe turismo. Se está mal corrija-se e, a partir daqui, faça-se bem. É o que é neces­sário fazer e o que eu acho que, face às novas regras, nomeadamente do Plano Re­gional de Ordenamento do Território do Algarve, vai ser feito e pensado. O Algarve, ou "Allgarve", um ou outro, é muito importante para a economia nacional. O turis­mo é um daqueles sectores onde, de imediato, se pode criar receitas.
Que balanço faz dos progra­mas de animação turística?
Em termos de animação, nunca se fez no Algarve aqui­lo que se está a fazer agora. E os frutos vão ser colhidos muito rapidamente. Este ano vão ser investidos quase três milhões de euros.
Está optimista?
Não estou céptico, mas tam­bém acho que, nestas situa­ções, não se deve ser opti­mista. Para se fazer tudo isto é preciso trabalho, uma con­jugação muito grande com todas as entidades. Há muita coisa que ainda se pode fa­zer. O Governo tem estado a conjugar esforços e a ultra­passar dificuldades burocrá­ticas que fazem parte da nos­sa organização. Penso tam­bém que, da paite das autar­quias, lhes irá ser dado mais protagonismo. Recentemen­te, o primeiro-ministro reu­niu com todos os autarca do Algarve, tanto quanto sei, porque se reuniram num dos nossos hotéis, o Hotel Real Santa Eulália, e estiveram a trabalhar até depois das três da manhã, a tomar decisões importantes. A conjugação disto tudo é que pode levar a que o Algarve seja aquilo que todos nós desejamos. Quanto a isso estou optimis­ta. Para se poder investir é preciso haver confiança. E a confiança é dada pelo poder que está instituído. Sozinhos os empresários não podem fazer as coisas. Também não acho que o poder tenha de proteger os empresários, ou tenha de ser proteccionista.
Há uma nova
actuação por parte
do Governo
Qual deve ser a actuação do Governo?
O poder deve ser um motor da economia em que os em­presários acreditem e sintam que têm segurança. Depois, são os empresários que têm de ter imaginação para pôr a economia a andar e todos os sectores a produzir.
A borucracia é vista como um dos grandes entraves ao de­senvolvimento nacional.
 Qual é a sua opinião?
Acho que esse é um discurso estafado. É verdade, mas va­mos deixar de pensar assim porque senão, daqui a dez anos, andamos a dizer a mesma coisa. O primeiro-minis­tro, o ministro da Economia e todos os ministros ligados ao sector têm o cuidado de referir isso, referindo que, de uma vez por todas, a circuns­tância vai ser diferente. Não vale a pena estarmos a falar estafadamente neste discur­so. Vamos aguardar que o Governo e as entidades que superintendem em todas es­sas áreas, nomeadamente ad­ministrativa, de licencia­mento, dos planos de urba­nização, chamem a si certos e determinados projectos. O Governo tem-no feito, des­bloqueando projectos que se arrastavam há anos. Foram desbioqueados dois empre­endimentos para a Meia Praia, em lagos, e há dois hotéis que vão estar concluídos até fi­nal de 2009, nos próximos três anos, incluindo o nosso, em Olhão. Os projectos da Meia Praia arrastavam-se há 10, 15 ou 20 anos e em dois anos foram resolvidos.
Há uma nova actuação por parte do Governo?
Estes aspectos mostram que da parte das entidades polí­ticas responsáveis há sobre este assunto uma ideia que não ê só discurso. O ministro da Economia disse, "nós fi­zemos a nossa parte, agora os senhores vão ter de fazer a vossa e, dentro de dois ou três anos, cá estamos para cobrar da vossa parte â pres­sa que tinham em que as coi­sas estivessem despachadas". Não respondo pelos outros, mas, da minha parte, espero que o ministro não tenha de me "puxar as orelhas". Não vale a pena continuarmos a falar do discurso da burocra­cia. Temos é de começar a fa­zer bem.
Primeiro hotel do grupo nasceu há 15 anos

Qual é o historial ao Grupo Real?
Este grupo teve início há cer­ca de 50 anos. O grupo ini­ciou-se na área da constru­ção e imobiliária. Começou com o João Bernardino Go­mes, que faleceu há um ano e meio num acidente de automóvel, e dele fazem parte pessoas que já lã trabalham há muitos anos. Tal como eu já estou no grupo há 30 anos, ha pessoas que já ali estão ha 20, nomeadamente arquitectos, engenheiros, pessoas ligadas à área administrativa e financeira. O grupo começou na área da imobiliária em Lisboa. Em 1977, por via de um terreno aqui no Algarve iniciámos a nossa activida­de nesta região. Por estarmos ligados à área turística, enveredámos também por esse caminho, numa área que abrimos, inicialmente não de uma forma tão efectiva como hoje. Ha cerca de 15 anos, em Lisboa, decidimos abrir a pri­meira unidade, o Hotel Real Parque e assumidamente idealizámos uma cadeia de hotéis. E foi isso que aconte­ceu.
Quantos hotéis temo grupo?
Temos esse hotel em Lisboa, que é um hotel de quatro es­trelas, o Real Palácio de cin­co estrelas, o Real Oeiras, que tem a classificação de quatro, o Real Suite Hotel, outra unidade de quatro estrelas também localizada em Lis­boa. Abrimos recentemente o Hotel Real Villa Itália, que é em Cascais e resulta da re­cuperação da casa onde vi­veu o último Rei de Itália, sendo um hotel de cinco es­treias. No Aigarve, começá­mos pelo Real Hotel Belavis-ta, de quatro estreias e há três anos abrimos o Grande Real Santa Eulália, em Albufeira, um hotel e resort de cinco estrelas que é já uma refe­rência no Algarve.
O que é que o diferencia?
Fizemos qualquer coisa de novo. Hoje fala-se muito em Resorts e Spas e nós há três anos abrimos uma unidade hoteleira que era Resort e Spa. Na apresentação que fizemos do Real Marina, eu referenciei que ficava muito satisfeito por só se falar nesse tipo de em­preendimentos quando nós há quase quatro anos já o tínha­mos feito, quando poucas pes­soas falavam disso, inclusive na Direcção Regional de Tu­rismo tivemos de pedir auto­rização para usar o nome de Resort e Spa, porque nada dis­so havia. Agora, vamos abrir o Real Marina, em Olhão, que será o nosso oitavo hotel. É um hote! de cinco estrelas, na li­nha do que vamos continuar a fazer. A não ser numa cir­cunstância muito especial, muito dificilmente deixare­mos de fazer hotéis de cinco estrelas. E só estamos interes­sados em fazer uma coisa que reuna turismo residencial e resort-hotéis para que possa­mos fazer uma conjugação daquilo que pensamos ser o futuro da área turístico-hoteleira e residencial.
Não descartamos
a hipótese de investir
no estrangeiro
Em que outros projectos es­tão envolvidos?
Adquirimos recentemente uma grande propriedade em Vila Nova^de Mil Fontes, no Alentejo. É uma área de 700 hectares que será o futuro Real Vila Formosa e é talvez o primeiro empreendimen­to do país em que há uma conjugação entre a hotelaria tradicional, o turismo e ho­telaria de natureza. Vai ser unia zona com uma área de intervenção de 250 hectares, que vai ter golfe. Vão sobrar entre 300 a 350 hectares, que irão ser única e exclusiva­mente em turismo de natu­reza, desde a caça, aos desportos radicais e aos passei­os. A visão mais moderna daquilo que é fazer ecoturismo vai aí ser elevada ao má­ximo do potêncial.
.....
........

 

1 comentário:
De Filipe Monteiro a 28 de Maio de 2010 às 14:56
Que a estratégia da criação destes projectos visa apenas o interesse dos investidores ninguém duvida mas não é contra isso que nós estamos. Estamos sim contra a incapacidade e a ignorância total em que estes projectos possam integrar correctamente o que se entende por desenvolvimento sustentável podendo promover um atractivo maior aos utentes futuros frequentadores de Olhão e das suas belezas naturais.
Aqui ficam grátis alguns conselhos tardios mas que poderão ajudar a compreender o alto nível dos erros cometidos.
Urbanisticamente não foi conseguida uma ligação com a malha do edificado existente, não existindo qualquer relação com o traçado dos arruamentos ou com a escala da envolvente próxima. O projecto de carácter imponente não respeita a traça de Olhão, as suas cores ou qualquer outra que identifique as cores mediterrânicas das vilas ensolaradas do Sul europeu não lhe conferindo desta forma nenhum benefício particular.
Para o bom sucesso do empreendimento não foi conseguido uma aposta atempada de reabilitação da zona antiga de modo a que esta represente um atractivo turístico e não um local a evitar pelo estado de degradação que muitos edifícios apresentam.
Na estratégia de desenvolvimento turístico, aquilo que de natural existe é ignorado, e resume-se na incapacidade de aproveitar a cultura existente como um investimento válido e lucrativo também em qualidade de vida para os locais.
O MacDonalds substitui as Sardinhas. É isto que o turismo procura?????
Vá lá... da próxima vez façam um esforço mais humilde e inteligente que pretencioso e posso garantir que o sucesso será de todos.
Boa tarde.

pode comentar o evento

aos visitantes

A origem da informação constante neste blog tem várias fontes, é recolhida na net, na imprensa escrita, no contacto com o Olhão real andando por aí e a que nos chega pelo próprio blog através das visitas. Porque esta informação pode ter consequências na programação da vida de cada um, mano Zé, esclarece que enjeita qualquer responsabilidade sobre a veracidade e exactidão dos artigos/posts, pelo que aconselha a que antes de tomar qualquer decisão procure confirmar por outras fontes. ../.. Os visitantes deste blog ("agenda") podem fornecer informações sobre novos eventos ou realizações que queiram ver publicadas e ainda sempre que necessário, rectificar ou actualizar qualquer artigo/post pelo correio e-mail colocado no topo desta página. mano Zé, Olhão 07/06/2007

-

visitas:

estamos

 online

 para nos contactar

para pesquisar neste blog por eventos decorridos

 

ligações

ligações

os próximos eventos

II Semana Pelo Mar

Seminário, Olhão

na Ecoteca de Olhão

por temas

"eventos decorridos"(201)

todas as tags

ligações

por temas

"eventos decorridos"(201)

todas as tags

os próximos eventos

II Semana Pelo Mar

Seminário, Olhão

na Ecoteca de Olhão

por temas

"eventos decorridos"(201)

todas as tags

ligações

ligações

os próximos eventos

II Semana Pelo Mar

Seminário, Olhão

na Ecoteca de Olhão

por temas

"eventos decorridos"(201)

todas as tags

ligações

-

visitas:

 online